A Nissan se prepara para um marco importante no mercado automotivo brasileiro com a confirmação da tecnologia e-Power no novo Nissan Kicks. O sistema, que funciona como um extensor de autonomia, é aguardado pelos entusiastas da marca há quase uma década e promete revolucionar a experiência de condução no segmento de SUVs compactos.
Como funciona a tecnologia e-Power da Nissan
Diferente dos sistemas híbridos convencionais onde o motor a combustão e o elétrico tracionam as rodas, o sistema e-Power utiliza uma abordagem distinta. Nele, o veículo é impulsionado exclusivamente por um motor elétrico. O motor a gasolina atua apenas como um gerador de energia para a bateria, garantindo que o motorista tenha a sensação de torque instantâneo e o silêncio característico de um carro 100% elétrico, mas sem a dependência de tomadas.
Essa configuração traz diversas vantagens competitivas para o cenário brasileiro, tais como:
- Eficiência Energética: Consumo de combustível significativamente menor em ciclos urbanos.
- Conforto de Rodagem: Dirigibilidade suave e linear, típica de modelos eletrificados.
- Praticidade: Abastecimento convencional em postos de combustível, eliminando a ansiedade por infraestrutura de carregamento.
Expectativas para o mercado nacional
O lançamento do novo Nissan Kicks com motorização híbrida representa um posicionamento estratégico da fabricante japonesa no Brasil. Após anos de estudos e ajustes para adaptar o sistema ao combustível local, a Nissan finalmente deve preencher a lacuna em seu portfólio nacional, oferecendo uma alternativa robusta aos concorrentes que já possuem versões eletrificadas no país.
Além da nova motorização, o modelo deve apresentar uma renovação completa em seu design externo e acabamento interno, elevando o padrão de tecnologia e segurança para se manter entre os líderes de vendas em sua categoria.
Impacto Ambiental e Futuro
Com a introdução do e-Power, a Nissan reforça seu compromisso com a descarbonização. O sistema permite uma redução drástica na emissão de CO2 em comparação aos motores puramente a combustão, servindo como uma ponte tecnológica essencial para a transição completa rumo à eletrificação total da frota brasileira nas próximas décadas.





